A Floresta II

A Floresta II

Já sem nome

“Quem pode entender o coração humano?
Não há nada que engane tanto como ele” Jr 17-9

Ainda totalmente verde & sequiosa
De nome tão lembrado quanto o meu
Igualmente intransponível; Apogeu
Da insanidade verde & tortuosa

No acordar do longo desmaio
A mesma realidade faustuosa;
Eu tão idiossincrático e lacaio
Quanto eu fora; Silenciosa

Como um lago para o afogado;
Ensurdecedores passos mudos
Guiam até o ponto bifurcado

De um lado a espera pelo desmaio,
Idéia tão incerta como cancerosa;
Do outro o lago silenciado.