A Floresta II
Já sem nome
“Quem pode entender o coração humano?
Não há nada que engane tanto como ele” Jr 17-9
Ainda totalmente verde & sequiosa
De nome tão lembrado quanto o meu
Igualmente intransponível; Apogeu
Da insanidade verde & tortuosa
No acordar do longo desmaio
A mesma realidade faustuosa;
Eu tão idiossincrático e lacaio
Quanto eu fora; Silenciosa
Como um lago para o afogado;
Ensurdecedores passos mudos
Guiam até o ponto bifurcado
De um lado a espera pelo desmaio,
Idéia tão incerta como cancerosa;
Do outro o lago silenciado.
É de certa forma óbvio, mas esse soneto trata-se de uma continuação de
A Floresta I – http://viglioni.wordpress.com/2010/03/28/floresta/
01 belíssimo soneto!
01 belíssimo soneto! #2
aff viglo mt limd ;-;~ s2s2
li, mas não tenho nada muito profundo a comentar
da onde vc colou isso? conta pra gente, vai…
vou tomar isso como um grande elogio! aeiuhaeuihaeiuhea =DD
li, mas não tenho nada muito profundo a comentar ². but, ta baum bagarai
nem vem fazer chantagem no tuito pra eu comentar ok? ¬¬’
Eu contribui pro sucesso desse ai..auahauhua
admiro seu talento pra escrever sobs. Varia algo entre o Poe e o Álvares de Azevedo, com um toque seu.
Vou chamar de neo-romantismo. Curti!